Estou plenamente convencido que é melhor,
Sem medir palavras, sem arriscar.
Somente eu é que sei a intensidade da voz que me alerta.
Da voz, dos olhares e das frases não ditas.
Tudo sempre demais.
Sempre vendo a expressão na lacuna dessa.
É sempre o desvio, um silêncio suspeito.
Notar-se a si mesmo é sempre um beco.
Um abismo, uma ideia.
Uma dessas que flutuam no nada,
Que perduram nas lágrimas que acompanham a insônia.
Quando a noite vem, e tudo fica mais claro...
Ou, deveria eu dizer, escuro??
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