Sempre ali, marcando presença,
Batendo ponto ininterruptamente.
Dormir sempre foi meu refúgio,
Fugir mesmo.
Foi sempre o que me apeteceu,
Diante do abismo, é fácil saber quem vence.
Eis que esse tal subconsciente,
Em suas tramas, ardilosamente...
Desliga o maldito.
Sequer me lembrava.
A verdade é que me fechei ao mundo,
Pois me prometi não ceder de novo,
Atento, em guarda.
Mas é só outra arapuca.
E acordo, devastado.
Deprimido.
Só de notar que...
A maldição ainda está aqui.
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